quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Olhar em Profundidade é perceber o que não se vê



Na moldura do grande portal secular a floresta exuberante manifesta vida morte
Está lá
Está em sua mente
O que sustenta toda essa vida?
Da arquitetura cultura 
O pensamento criador de espaços
O sentido alí direcionado
Um observador
Um observado
Ecossistema vivo, pulsante
Você não é ele
Mas ele é tudo de você
Agir movido por aquilo que não se vê
Ver tudo aquilo que faz você agir
Inspirar
Expirar
Portal da consciência desperta
Aberta
sob seus pés
Na planta
Dedos raízes
Orvalho da lágrima contentamento
Bate
Bate
Shin
Coração mente sem obstáculos
Sem obstáculos
Logo sem medo
Distante de toda as delusões...
Isso é Nirvana
Emana
em
Profundidade
Com tudo o que existe



Um comentário:

  1. Lindo, Monja! Jogou luz na sombra da ansiedade de um dia de estudos acadêmicos que a delusão por vezes nele gruda... :) Falando em grudar, aqui vai uma dúvida: um sorriso grande não tem desgrudado do rosto, em meu Zazen diário. Continua sendo Zazen?

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